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Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, Brazil
Nós somos o 4º ano C, da Escola Eugênio Nelson Ritzel, Bairro Kephas, em Novo Hamburgo. Nossa professora chama-se Maria Ester. Nós somos uma turma esperta, inteligente, unida, amiga, leal, bonita, confiante. Nós estamos nos conhecendo.

Socializar experiências da sala de aula

O blog é uma excelente ferramenta, para dialogarmos com pessoas de diferentes lugares do mundo. Através deste, partilho as vivências de sala de aula. Este lugar é único. Como professora, cotidianamente enfrento novos desafios. São muitas experiências que entendo ser importante comungar com outras pessoas. Neste sentido, relato o dia a dia do 4º ano C, minha turma querida. Há dificuldades também, mas elas são pequenas diante das alegrias, das construções coletivas, das iniciativas da turma, das produções. Obrigada, por prestigiar-nos com sua visita. Fraterno abraço, professora Maria Ester Martins do Nascimento.

sábado, 30 de abril de 2011

Projeto "Jornal na Sala de Aula"



O 4º ano C está envolvido em três projetos: Bullying - Brincadeira não tem graça, quando o brinquedo é o outro, Diversidade - as diferentes etnias que constituem nosso país e Jornal na Sala de Aula. Estes projetos tem norteado os trabalhos desenvolvidos pela turma. O projeto "Jornal na Sala de Aula" é uma iniciativa do Grupo Sinos. O município de Novo Hamburgo, como outros municípios da região participam deste empreendimento. A Secretaria Municipal de Educação e Desporto de Novo Hamburgo, estendeu o projeto, para todos os 4º anos da Rede Municipal de Ensino (RME). A nossa turma trabalha todas as segundas-feiras com esta ferramenta midiática. Embora os encontros estejam no seu inicio, já percebo avanços na turma. Inúmeras propostas estão em andamento. Estaremos partilhando com vocês nossas descobertas e o resultado das nossas discussões. Na verdade o nosso trabalho iniciou com a realização de um telejornal. Este trabalho foi feito em grupo. A turma foi instigada a produzir um telejornal, partindo de fatos do seu cotidiano ou dos meios de comunicação. O resultado foi muito bom. Após a realização das gravações discutimos a produção dos grupos, nisto percebemos o forte conteúdo de fatos relacionados à morte e à violência. Na apresentação do projeto lancei o desafio à turma, para indicarem os fatos que lhes chamaram a atenção no jornal. Novamente, as notícias relacionadas à violência, ou seja as páginas policiais foram evidenciadas. Neste sentido, propus no encontro seguinte o manuseio de todas as páginas do jornal. Nesta perspectiva estamos abordando em cada encontro uma página específica, com o intuito que  conjuntamente discutam o que esta lhes traz. É bem interessante, pois um mesmo fato tem conotações diferentes. Esta proposta tem contribuído em nossa proposta de trabalho. Num dos encontros sugeri que criassem um texto, para a charge do Sinovaldo, que fazia parte da página 2, em foco neste encontro. O trabalho está muito bom, de "vento em popa". Estou muito feliz com a turma, srrsrsrs, é claro que temos os momentos de "dificuldades". Mas tem sido gratificante os resultados obtidos até o momento. A turma é maravilhosa. Amo muito "estes" e "estas" sapecas.
Texto e fotos: Maria Ester Martins do Nascimento 

4º ano C em ação




Nesta semana, praticamente não postei no blog. Tal fato deve-se as realizações das provas - "um dos instrumentos de avaliação". Neste sentido é importante ressaltar que a meninada está muito bem na escrita, foi uma grata surpresa a leitura dos textos produzidos. Até então, estávamos    nas reflexões orais e nas produções coletivas. O aluno Bryan chamou-me a atenção, na segunda-feira, dia 25 de abril, de que deveria ser feito texto individual. Na ocasião disse-me, "professora tem alguns que só copiam e não dizem nada". É claro, que o trabalho teve e tem um objetivo importantíssimo, mas julguei que sua fala era indicativo de que poderiam voar sozinhos. As leituras feitas indicam que ele tinha razão, muito bom o resultado. É lógico, que temos muito o que trabalhar, considerando que a escrita é um exercício constante. Contudo, os resultados da prova de matemática são um estímulo, para que imprimamos mais jogos, exercícios e outras atividades relacionadas a interpretação, para a  realização dos exercícios propostos. Os últimos dias tem sido bastante complicado, para os moradores do Kephas, em decorrência da eminência de novos desmoronamentos. Tais fatos trazem reflexos no dia a dia da sala de aula, considerando que o aluno Igor perdeu três irmãos e algumas das crianças estão com as casas relacionadas, para serem desocupadas. Nesta sexta-feira tivemos um momento de "fala e escuta", mediante as exposições que foram trazidas. O momento requer de todos nós um olhar e atitudes solidárias, no intuito de amenizar a dor, a ansiedade e a preocupação dos que estão mais diretamente ligados. Conversei sobre algumas atitudes tomadas, que em nada contribui, pelo contrário,  em alguns momentos trazem prejuízos aos trabalhos realizados pelos órgãos competentes. Neste sentido, também instiguei-os a refletirem de que este fato não deva ser tratado como um "espetáculo". Na terça-feira, pela manhã tivemos na escola a presença do Secretário de Educação e Desporto Beto Carabajal, acompanhado de profissionais da área da psicologia e da assistência social,. Eles se colocaram à disposição da escola, no desenvolvimento dos trabalhos, no que diz respeito, ao acompanhamento às famílias e às crianças.
Texto: Maria Ester Martins do Nascimento

terça-feira, 26 de abril de 2011

Texto coletivo sobre a saída de estudo aos kaingang



Os Indígenas

Os indígenas kaingang são legais e nos receberam com carinho e respeito. Nós conhecemos na Aldeia Por fi muitas coisas boas. Alguns de nós subimos nas árvores, dividimos a merenda com eles, jogamos futebol e conhecemos um pouco do dia a dia deles.
Na aldeia Por fi tem casas, artesanato para vender, Igreja, campo de futebol, escola, danças, árvores e cachorros "guardas".
Os indígenas Kaingang seguem a sua tradição, na língua, na alimentação como o pão na cinza e na dança.
Nós também gostamos que eles falaram os nossos nomes na língua deles. Foi muito tri ver galinhas brincando com os cachorros. Quando nós estávamos no campo vimos iguanas.
Na hora de ir embora as crianças indígenas kaingang levaram nós até o ônibus.
Nós gostamos de ir lá, porque nos respeitaram, como nós respeitamos eles.
Texto construído pelos estudantes do 4º ano C

Tempo de dor!

A turma chegou abatida, na segunda-feira, dia 25 de abril. Tal fato, foi ocasionado pelo desmoronamento de terra, na noite de sexta-feira, dia 22 de abril, amanhecer de sábado, em que morreram três irmãos do aluno Igor. As crianças também eram alunos da escola. "As palavras, ..... são ineficazes, para expressar o que os olhos tentam dizer". Conversamos bastante sobre o ocorrido, nos abraçamos. Enfim, ..... não temos o que falar.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Feliz Páscoa

Nesta quarta-feira, dia 20 de abril, tivemos um momento de reflexão sobre o sentido da Páscoa. Considerando o apelo comercial para a data, é imprescindível propor discussões que remetam ao verdadeiro motivo, pela qual a lembramos.  Neste sentido apresentei no data show uma mensagem, prosseguindo com a narrativa sobre a história da Páscoa. Mostraram-se bastante sensibilizados com a abordagem feita. Posteriormente ofereci a cada estudante 2 bombons. As aulas retornam na segunda-feira. A todos e todas que prestigiam nossa página virtual desejamos uma Feliz Páscoa. Que a presença do Cristo ressurreto seja contínua em nossas vidas. Que a mensagem de esperança, mudança e vida possam conduzir-nos a momentos de alegria, superação e fraternidade nos encontros da vida. Beijos no coração, Maria Ester Martins do Nascimento.

Kaingang - diálogo de diferentes culturas

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 Carolaine entrevistando adolescentes kaingang
Jailana entrevistando meninas kaingang
 Artesanato indígena
 Professor Marco Antônio e estudantes na chegada à Aldeia Por fi
 Dança indígena apresentada por crianças e adolescentes
Menino kaingang
A visita a Aldeia Por fi foi bastante significativa, para os meninos e meninas do 4º ano C. Foram momentos de aprendizagens, trocas, solidariedade, encontro de interesses, brincadeiras, descobertas, afeto. Nesta quarta-feira, dia 20 de abril, oportunizei em aula um espaço para  expressarem suas impressões sobre a presença na aldeia. Destaco a seguir o que disseram, no que se refere aos questionamentos feitos: Como foi a experiência na Aldeia kaingang? O que mais lhes chamou a atenção?
Por unanimidade todos disseram que gostaram da visita, usaram as expressões: "foi legal, muito bom, tri,  gostei, legal".
Destaque ao que gostaram: "campo de futebol (jogo com os meninos kaingang), as apresentações de dança, as crianças, o momento da merenda (partilharam a merenda com as crianças kaingang - momento de carinho), subir nas árvores, os cachorros, "os cahorros são os guardas da aldeia", Igreja, pão na cinza, a língua deles, a escola, "fiquei impressionada, porque eu só havia visto  índio falando na televisão, fiquei impressionada em ver o professor kaingang e o cacique falando na língua deles", as danças, a fala do cacique, pequenique no campo de futebol". 
Neste encontro também tiveram a oportunidade de entrevistar os indígenas, na próxima segunda-feira, dia 25 de abril, estaremos realizando um seminário para apresentarmos os resultados destas entrevistas. Algumas crianças foram alem do que havíamos nos proposto em aula. Elas questionaram sobre o significado dos seus nomes. Eis alguns:
Jailana - "remédio do mato". A Jailana perguntou os da família também, da sua mãe Simone, flor de liz, da sua irmã Dienifer, beija-flor.
Texto e fotos: Maria Ester Martins do Nascimento

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Imagens da Aldeia Por fi











As imagens falam por si. Elas nos apresentam a riqueza  do momento vivido pelas crianças das escolas e da comunidade kaingang. 
 Texto e fotos: Maria Ester do Nascimentoncias. 

terça-feira, 19 de abril de 2011

Dia 19 de abril - visita à Aldeia Por fi








Na manhã do dia 19 de abril as turmas B, C e D dos 4º anos da Escola Eugênio Nelson Ritzel estiveram na Aldeia Por fi, em São Leopoldo. Nesta localidade estão reunidas 28 famílias, totalizando 120 indígenas kaingang. Também participaram desta saída de estudo estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental Pres. Deodoro da Fonseca e a Escola Estadual Leopoldo Petry. A reunião das escolas agregou em torno de 184 estudantes. A atividade teve como proposta possibilitar aos estudantes contato com os indígenas kaingang, com o intuito de desmistificar ideias pré-concebidas, que os excluem do processo histórico do país. Nesta oportunidade o cacique Aécio fez uma explanação sobre a cultura Kaingang, algumas crianças e alguns jovens indígenas realizaram uma apresentação, foi realizada venda de artesantato e feito o pão na cinza. O encontro promoveu a integração das escolas  e das crianças indígenas na hora do lanche e no jogo de futebol.
Texto e fotos: Maria Ester do Nascimento

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Projeto Jornal na Sala de Aula




Nesta segunda-feira, dia 18 de abril, os estudantes do 4º ano C da Escola Eugênio Nelson Ritzel realizaram uma atividade em grupo, em dupla e alguns individuais, referente ao projeto "Jornal na Sala de Aula". Primeiramente manusearam o jornal, apropriando-se das diferentes páginas. Posteriormente, propus que escolhessem da capa do jornal, uma notícia que lhes fosse impactante. 
Texto e fotos: Maria Ester do Nascimento

domingo, 17 de abril de 2011

Projeto Bullying: Brincadeira não tem graça, quando o "brinquedo" é o outro


Gordo ou magro, negro ou branco, alto ou baixo, angolano ou americano, evangélico ou católico, umbandista ou espírita, heterossexual ou homossexual. Estas e outras são as muitas diferenças que nos distingui. Respeitar o outro é um dos grandes desafios da sociedade contemporânea. O noticiário é vasto de fatos que remetem a intolerância religiosa, homofobia, racismo e outras situações. Manifestações, reflexões e repúdio as agressões nos períodos em que os fatos acontecem, muitas vezes com o tempo caem no esquecimento da sociedade. A escola é um reflexo da sociedade. Neste sentido o "bullying" faz-se presente de várias formas. Atualmente, ele tem pautado o noticiário dos diferentes meios de comunicação, em decorrência da tragédia que atingiu uma escola no Rio de Janeiro. Entretanto, já tínhamos em nossa pauta de trabalho para o ano, a abordagem deste tema. A aluna Jailana, 11 anos sugeriu que o tema fosse abordado em aula e na visita Sócio-Antropológica, a mãe do aluno Bryan ao ser questionada sobre qual assunto gostaria que fosse discutido em aula também solicitou que o "bullying" fosse trabalhado com a turma. Com o propósito de que o ambiente escolar seja um espaço de acolhimento e respeito às diferenças proponho este projeto. 
Texto e foto: Maria Ester Martins do Nascimento

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Eles são os caras!




A imagem é muito importante na construção da auto-estima de meninos e meninas. O estímulo à valorização a imagem contribui, para que sintam-se felizes. Neste sentido dispus na sala alguns materiais, de embelezamento, no "Cantinho da Beleza". Os meninos aproveitaram e esbanjaram charme, com a colocação de gel no cabelo. 
Texto de Maria Ester do Nascimento e fotos de Cristyelen

Kaingang: encontro de diferentes culturas


Projeto: Indígenas Kaingangues, da Aldeia Por fi, em São Leopoldo

Duração: 2 semanas, com perspetiva de abordagem ao longo do ano, considerando que a temática está inserida na proposta do trabalho que desenvolvo, baseado nas leis 10.639/03 e 11.645/08.

Justificativa
A historiografia brasileira, de uma forma geral privilegia o ensino da cultura eurocêntrica. No Estado do Rio Grande do Sul constata-se que o seu desenvolvimento tem sido atrelado a constituição étnica européia, o que vem em prejuízo as outras etnias formadoras, no caso a negra e indígena. Neste sentido julgo importante a inclusão do estudo de todas as etnias, nesta oportunidade tendo como foco a etnia indígena Kaingang. O estudo desta etnia justifica-se também, pelo fato de sua comunidade fazer parte do contexto de nossa cidade, na venda de artesanato. E, também, porque o aluno Estevão é filho de um indígena.

Objetivos
- Respeitar a diversidade étnica e cultural, com o intuito de acolher o outro;
- Compreender a história da comunidade indígena, no que diz respeito aos seus costumes, suas lutas, sua sobrevivência e a contribuição na alimentação, vestuário, costumes e cultura;
- Conhecer os órgãos relacionados aos indígenas, como a Funai (Fundação Nacional do Indio) e o COMIN (Conselho de Missões Indígenas);
- Conhecer o Estatuto do Índio, que prescreve a Lei nº 6.001, de 19 de dezembro de 1973;
- Conhecer o dia a dia da comunidade Kaingang, da Aldeia Por fi, em São Leoplodo;
- Refletir sobre a situação dos indígenas no Brasil.

Atividades
Roda de conversa, para identificar o que as crianças sabem sobre os indígenas;

Exposição sobre os indígenas no Brasil e Rio Grande do Sul, detendo-se especificamente aos indígenas Kaingangues;

Mostra de vídeo e fotografias dos Kaingangues, de São Leopoldo;

Preparação de perguntas, para serem formuladas aos indígenas Kaingangues;
Visita à Aldeia "Por fi", em São Leopoldo;
Coleta dos materiais recolhidos pelas crianças nas entrevistas feitas;
Realização de um seminário sobre os indígenas Kaingangues.

Recursos materiais e humanos, a saber:
Indígenas Kaingangues, fotografias, vídeos, canções, folha de ofício, artesanato dos indígenas, livros, revista do COMIN, lápis de cor e de cera, tinta têmpera, câmera digital e outros materiais que surgirem ao longo do projeto.
 Provando o pão na cinza (2009)
.Mulheres Kaingang preparando  o pão (2009)
Texto: Maria Ester do Nascimento

Kaingang, da Aldeia Por fi, em São Leopoldo

  • video

Vídeo produzido no ano de 2010, pelo Departamento de Mídia e Educação, da Secretaria Municipal de Educação e Desporto de Novo Hamburgo. 
Fotos: Maria Ester do Nascimento
Vídeo: Lucas Willers

Projeto Arte na Eugênio


A professora Andreia Pavani esteve em nossa sala no dia 11 de abril, acompanhada de estudantes da Feevale, para apresentar o Projeto "Arte na Eugênio". Este projeto acontecerá no contraturno da escola.
Fotos: Maria Ester do Nascimento

sábado, 9 de abril de 2011

Eugênio Nelson Ritzel - 23 anos de história

A nossa escola comemorou nesta sexta-feira, dia 8 de abril, 23 anos de vida. Nesta oportunidade, a comunidade escolar da Escola Eugênio Nelson Ritzel confraternizaram pelos 23 anos de história da escola. Neste período muitas pessoas passaram por este espaço aprendendo e deixando lições. Como diz Paulo Freire "escola é um lugar para se fazer amigos". Neste sentido muitos amigos e amigas estiveram presente, para festejar a data especial. Brincadeiras, comes e bebes, apresentações artísticas marcaram o evento. Mas o forte da festa foi a "Performace Musical". Esta atividade reuniu crianças do Nível 5 ao 6º ano, com apresentações de coreografia, cover, canto e dança. Também teve a participação do cantor "Padreco". Conforme a diretora Catherine Thumé é muito significativo conferir o grande número de talentos que existem na escola. A turma do 4º ano C não apresentou nesta oportunidade, não por falta de talentos, pois a turma é talentosíssima, mas por uma combinação interna, por entendermos que uma apresentação no palco vai além de um talento, é um conjunto de ações que estamos conjuntamente construindo. Beijos 4º C, amo muito vocês. Parabéns a comunidade da Eugênio Nelson Ritzel, que a proteção de Deus esteja sempre sobre este lugar. Disponibilizo nesta página algumas imagens da festa. Tenham todos e todas um excelente fim de semana. Beijos no coração, Maria Ester Martins do Nascimento.
Grupo de coreógrafas da escola: Eliane, Jaqueline, Tatiane e Manuela

Ester, Manuela e Andreia
Diretora Catherine e dupla gospel

Igor e Maurício
Professora Ana, Israel e alunos da turma
Eliane e Padreco
Comissão julgadora
Texto e fotos: Maria Ester do Nascimento