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Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, Brazil
Nós somos o 4º ano C, da Escola Eugênio Nelson Ritzel, Bairro Kephas, em Novo Hamburgo. Nossa professora chama-se Maria Ester. Nós somos uma turma esperta, inteligente, unida, amiga, leal, bonita, confiante. Nós estamos nos conhecendo.

Socializar experiências da sala de aula

O blog é uma excelente ferramenta, para dialogarmos com pessoas de diferentes lugares do mundo. Através deste, partilho as vivências de sala de aula. Este lugar é único. Como professora, cotidianamente enfrento novos desafios. São muitas experiências que entendo ser importante comungar com outras pessoas. Neste sentido, relato o dia a dia do 4º ano C, minha turma querida. Há dificuldades também, mas elas são pequenas diante das alegrias, das construções coletivas, das iniciativas da turma, das produções. Obrigada, por prestigiar-nos com sua visita. Fraterno abraço, professora Maria Ester Martins do Nascimento.

domingo, 8 de abril de 2012

Sala de aula - as diferentes imagens



 Crônica de Paulo Santana
 Editorial do ABC Domingo
 Mural da sala
 Lucas
 Melissa
 Líder comunitário Velci
Fotos: Maria Ester do Nascimento

Confraternização dos Aniversariantes do trimestre dos meses de Janeiro, Fevereiro e Março de 2012.










 No dia 4 de abril realizamos a confraternização dos aniversariantes do trimestre. Uma mesa farta de doces e salgados foi posta, para a comemoração do aniversário do Alisson Samuel, do Guilherme, da Melissa e da Larissa. 
Fotos: Maria Ester e Ana Maria

domingo, 1 de abril de 2012

2ª Etapa da Visita Sócio-Antropológica


Família do Taylon


Casa do aluno Tiago, na rua da escola
Que aventura!


Mãe de um outro aluno da escola nos mostra o atalho, que leva à casa do Lucas


É hora de colocar a conversa em dia. Risos, parece que esqueci de tirar o capacete.
Uma manhã de sábado ensolarado, em que a temperatura pode-se classificar como amena. Para quem é do sul excelente, para cumprirmos a 2ª etapa da visita "Sócio-Antropológica". Para pessoas de outras regiões do país, com certeza diriam que foi uma manhã fria. Os profissionais de educação da Escola Eugênio Nelson Ritzel reuniram-se na escola em torno das 7h e 30min. Às 8h e 30min iniciamos nossas visitas. 
Visita ao Taylon
Óculos escuros, botas, meias e blusão de lã, planilha e caneta na mão e uma garrafa de água na bolsa dirijo-me para a 1ª visita acompanhada do meu aluno Taylon. Ao chegar na sua residência sua mãe Loreci e seu pai Cláudio aguardam-me com uma cuia de chimarrão. O contato com a família foi ótimo. É sempre bom estarmos dialogando na busca de melhorias, para a escola. "Temos muito o que fazer na escola e na próxima visita do Jornal Nacional eu quero estar lá, para falar" referiu-se Cláudio fazendo menção da presença da Rede Globo no ano de 2011, em que apresentou a escola na reportagem alusiva ao IDEB, das escolas do Brasil (maior e menor).
Visita ao Lucas
As visitas sócio-antroplógica são muito significativas, no que diz respeito, à proximidade com as famílias, assim como, para conhecer a realidade dos estudantes. Na ida à casa do Lucas constatei "mais uma vez", o quanto são importante estes momentos. Quando mencionei que desejava visitá-lo disse-me que morava próximo ao Santuário das Mães (quem é de Novo Hamburgo ou região tem ideia da distância). Ao fazer menção da distância disse-me: "é perto professora, nos viemos por um atalho e dá uns 10 minutos". Risos, calculei que o "logo ali" era "muito adiante" e, estava certa. Nesta perspectiva busquei o auxílio de um moto-táxi, pai de uma aluna da turma, que prontamente ofereceu os serviços do pai quando mencionei a intenção de utilizar este veículo. Risos, esta visita foi uma aventura. Primeiro Nilso (nome do condutor da moto) tentou ir por um lugar mais próximo (que calculamos em torno de 5om, para chegar à escola). Percorremos o trajeto que o estudante vem à escola e avistamos o morro que sobe, para chegar a sua casa. A inviabilidade do acesso levou-nos a outro caminho. Subimos o morro, em direção ao Santuário das Mães. Depois de idas e vindas nas entradas, conversamos com um menino que indicou-nos o local da residência do Lucas. Percorremos "ainda" muito chão para chegar até a casa do Lucas. Ufa, após subidas e descidas finalmente chegamos. Ao lado uma Igreja, no fundo à casa. Ao avistar-nos Lucas corre ao nosso encontro, na recepção um cão nos comunica que estamos em território alheio. Um círculo aberto de cadeiras, em que parte da família está reunida para nos receber. A acolhida é muito boa, a conversa também. Quando perguntamos o que há de bom e atrativo no lugar prontamente respondem: "a Central de Reciclagem, porque dá emprego pra muita gente; o Desfio Jovem, que recebe mulheres usuárias de drogas e a Igreja". Neste período de visitação esta pergunta não encontrava respostas afirmativas da comunidade, exceto a família do Taylon que mencionou a escola. Os demais referiam que não havia nada. Num lugar distante, distante, distante ... deparo-me com pessoas tranquilas e agradecidas por usufruírem da beleza da natureza e do silêncio... É chegada a hora de irmos embora, é bom mencionar que fiquei mais tempo rodando para encontrar o lugar, do que na própria visita. O aroma que vinha da cozinha era convidativo. Ele nos contava que havia um gostoso feijão a ser servido. Fui convidada, para prová-lo, mas como tinha muitas atividades particulares para realizar no dia, ficou para uma próxima vez.
Em tempo: "Conhecer, para intervir"! Neste sentido, estaremos encaminhando a Secretaria Municipal de Educação e Desporto de Novo Hamburgo a situação do Lucas e da sua irmã, para que seja providenciado um transporte, para trazê-los à escola.
Texto e fotos: Maria Ester do Nascimento

sexta-feira, 30 de março de 2012

Texto "Copa 2014", baseado no crônica "País ou republiqueta", de Paulo Santana

Na quarta-feira, dia 28 de março, abordamos em sala de aula a crônica "País ou republiqueta", de Paulo Santana, que foi veiculada no Jornal Zero Hora, do dia 25 de março. Na ocasião realizamos a leitura, identificamos palavras desconhecidas para pesquisar e posteriormente  realizamos uma longa discussão sobre o tema, que rendeu muito. Em continuidade, a turma do 4º ano C produziu um texto coletivo intitulado "Copa 2014". O texto é este:


"A nossa vida é importante. Por isso devemos respeitar a lei do fim da bebida nos jogos de futebol. O uso da bebida alcoólica nos estádios de futebol gera brigas, mortes e acidentes. Quando bebem as pessoas passam da conta e fazem estragos. Nós concordamos com o jornalista Paulo Santana, de que não seja vendida bebida alcoólica na Copa do Mundo de 2014. A Fifa exige que seja vendida bebida na Copa de 2014. Mas, nós estudantes do 4º ano C não achamos isto legal, porque dá muita folia e briga de torcidas. O que queremos: não à bebida e sim ao jogo".